Perder um grande amor, talvez um sonho, dói de verdade. A gente imagina que vai morrer sem ele. Nada mais importa, nada mais tem muito valor. Não há motivos, não há mais porquês. Não existem mais motivos de se chegar nem porque ir. Como dói aquela ausência Como dói a perspectiva de nunca mais ter nos braços alguém que a gente imaginava ao nosso lado por muito tempo. Como dói acabarem as ilusões, Nunca mais. E no entanto, quando aquela dor torturadora se vai, vencida pelo correr de longos e longos dias, o que sentimos não é alívio, mas vazio e frustração. Como se dentro da gente ficasse faltando um pedaço... um pedaço impossível de ser consertado.
Música e arte, sonho e encanto, dor e lamento...nem tudo que se pensa pode ser falado...mas nada impede-se de que seja escrito...
terça-feira, 27 de março de 2007
perder
Perder um grande amor, talvez um sonho, dói de verdade. A gente imagina que vai morrer sem ele. Nada mais importa, nada mais tem muito valor. Não há motivos, não há mais porquês. Não existem mais motivos de se chegar nem porque ir. Como dói aquela ausência Como dói a perspectiva de nunca mais ter nos braços alguém que a gente imaginava ao nosso lado por muito tempo. Como dói acabarem as ilusões, Nunca mais. E no entanto, quando aquela dor torturadora se vai, vencida pelo correr de longos e longos dias, o que sentimos não é alívio, mas vazio e frustração. Como se dentro da gente ficasse faltando um pedaço... um pedaço impossível de ser consertado.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário